quinta-feira, 1 de novembro de 2018



PALESTRA NA UPE - Universidade de Pernambuco

Na semana de 15 a 19 de outubro de 2018, foi comemorada a SEMANA UNIVERSITÁRIA DA UPE-Universidade de Pernambuco.  
O tema deste ano foi Ciência, Inovação e Transformação: O conhecimento a serviço da sociedade.

Durante a semana, foram realizadas diversas atividades: minicursos, oficinas, palestras, ações de prestação de serviços gratuitos na área da saúde, etc.

O autor dos livros publicados como Arthur Madagascar, o Sr. Damião Francisco, foi convidado para apresentar uma palestra sobre O TRABALHO NOS TERMINAIS DE COMBUSTÍVEIS, para alunos da área técnica e de Engenharia Mecânica.

Durante a palestra, foram apresentados os principais terminais aquaviários e terrestres do Norte e Nordeste; os aspectos mais importantes dessa área de trabalho na cadeia industrial do petróleo; alguns aspectos sobre a geopolítica do petróleo atual; os novos terminais aquaviários em ascensão no Norte e Nordeste; algumas das principais operações realizadas nos terminais; comentário sobre o petróleo do pré-sal no Brasil, etc.

Também foram mostrados alguns gasodutos nacionais e internacionais (GLP e GNL), forma de transporte e sua importância na matriz energética nacional e internacional.

Ao final da apresentação, foi comentado a experiencia profissional de mais de 30 anos do palestrante nesse assunto.   
                                                                                                                                       

Foram mostrados todos os 10 livros publicados pelo autor (ARTHUR MADAGASCAR), e principalmente os 5 livros técnicos ligados ao tema da palestra, para os alunos que estavam na sala de metrologia.

Faço aqui mais uma vez o meu agradecimento ao convite, e a todos que compareceram ao evento.

Obrigado!
A.M.


terça-feira, 4 de setembro de 2018


A tristeza dos nossos jovens

Segue apenas mais um relato, como o de muitos outros, sobre a indignação e tristeza; em ver nossa juventude esfacelada e com seus sonhos moídos por uma inconsequente política egoísta, obtusa, de má fé e sem vontade de fazer o Brasil melhor nas últimas décadas.
Gostaria de não falar muito; mas a palavra teima em sair escrita, para que não se perca ou se transforme nos ouvidos menos apurados. Gostaria de falar um pouco de alegria e conhecimento, mas me permitam falar agora da tristeza, angustia e sofrimento, que paira na maior parte da juventude do Brasil nesse momento.

Não muitos anos passados, e nos deparávamos com uma festa de parlamentares e empresários de má índole, trocando favores por migalhas políticas que favorecessem seus feudos e alguns poucos familiares. Sempre ignorando a dor alheia. Ignorando a força social.
Algumas vezes, a festa pairava em torno de benesses, que retiravam o povo do atoleiro; sem, contudo, ensina-lo a não cair novamente. 

Foi bom enquanto durou.                                                         Mas assim mesmo foi bom, porque muitos aprenderam a sentir o gostinho do sol e autodidaticamente, não se permitirem voltar ao lamaçal.
Porém, pouco tempo depois, vemos a tristeza nos rostos dos nossos jovens. Muitos procurando uma oportunidade para fazer as malas e partir, para não patinarem nos anos que ainda continuam com perspectivas sombrias por aqui.
Vemos uma indignação em milhares, por estarem preparados profissionalmente para manter, alavancar ou criar o desenvolvimento e melhoria de vida para muitos aqui; e ao mesmo tempo verem esses sonhos truncados, por decisões equivocadas ou provocadas, para dar lugar ao atrapalho e ao sofrimento. Como se isso fosse uma ação isolada.
Será que ainda não entenderam a “ligação em tudo”? Não conseguem escutar o que já foi dito: “que se não der pra todos, não dará para ninguém”?
... e vemos o melhor de nossa juventude, que preparamos com sacrifícios por anos, escapar por entre os dedos da mãe pátria, como uma mão aberta querendo segurar a límpida água... 


Vemos a tristeza, em não poder sorrir mais em terras alheias, pela lembrança que corrói.
Permanecem em constante heroísmos os que ficam, muitas vezes sem escolha, quando se deparam com um cenário triste e corrupto: cruéis estatísticas de violência nas áreas sociais, presídios lotados e produzindo facções nocivas, hospitais públicos lotados em clima de guerra por anos, escolas lotadas de tristes adolescentes, professores assustados e desrespeitados, as drogas e a matança nas grandes cidades, famílias em total destruição e sem amor, maioria de um parlamento que nos entristece a cada dia, judiciário em desrespeito claro as leis, executivo inexistente e conivente com tudo isso.
E aqui na nossa casa, os que ainda permanecem em heroísmo, planejam a cada instante uma forma de sair, por não suportarem o descaso e o desprezo, pelos seus conhecimentos arduamente conseguidos, com o sofrimento próprio e da família.
Façamos aqui um apelo aos que ficarem. Saibam que vocês não estão sozinhos. Que acreditem na mudança, partindo de um pouco mais de vossa paciência e trabalho. Já passamos por situações piores. Saibam que juntos, ainda faremos o melhor em nossa casa.                                                                 Juntos será mais fácil consertar. Enquanto puderem, não desistam do Brasil.
A.M.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Vídeo sobre os PRIMEIROS LIVROS

                                  Mostra dos primeiros livros do autor.

A finalidade e opinião sobre o trabalho.

Palavras do próprio autor, passando adiante sua experiencia profissional.

terça-feira, 27 de março de 2018



Empresa vai procurar indícios de petróleo em Pernambuco


Levantamento vai servir para companhias interessadas em explorar a bacia Pernambuco-Paraíba
Publicado em 27/03/2018, às 07h00

Autor do BLOG participa de Congresso em Recife.

A empresa Spectrum Geo - especializada em serviços geofísicos - vai investir US$ 26 milhões para mapear a bacia sedimentar de Pernambuco-Paraíba e apontar a possibilidade da existência de petróleo e gás em alto mar na região. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, durante o evento “O planejamento estratégico da matriz veicular do Brasil até 2030”, realizado ontem na Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe). A empresa vai preparar um levantamento do potencial da bacia e oferecer a empresas interessadas em participar da licitação de blocos, que deverão ser ofertados nas próximas rodadas de licitações da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A bacia PE-PB é a única do País que não teve poços perfurados.

“A Spectrum estava aguardando apenas uma licença ambiental para iniciar o mapeamento sísmico. As empresas tinham suspendido esse tipo de trabalho porque não justificava fazer um alto investimento sem que houvessem leilões. Agora, com a política anual de leilões, as companhias voltaram a fazer esses levantamentos para oferecer às empresas petrolíferas que vão participar dos leilões e querem conhecer melhor o subsolo marinho das bacias”, explica o ministro. Isso porque a exploração de petróleo requer investimento milionário e as empresas não costumam apostar nos leilões de bacias desconhecidas.

O gerente geral da Spectrum Geo, João Corrêa, que participou do evento realizado pelo Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), adianta que os dados sísmicos serão oferecidos na 16ª rodada de licitações da ANP, prevista para acontecer em 2019. Amanhã, a empresa apresenta o projeto à imprensa local. O mapeamento da bacia é realizado por um navio sísmico, que aportou no Recife no último dia 24. Coletados ao longo de 5.000 quilômetros em sísmica 2D.

“Dentro da cadeia de processos na indústria de petróleo e gás, a aquisição de dados geofísicos é a primeira e indispensável etapa, e esse será o procedimento feito em Pernambuco. Todo investimento nesta indústria começa com a aquisição de dados sísmicos, que é o primeiro método indireto de investigação geológica, para só depois saber o se há hidrocarboneto, petróleo e gás que possam ser ofertados para as empresas”, explica Correa. A presença do navio, durante um período de 3 a 4 meses vai gerar empregos e arrecadação de impostos para o Estado e municípios.

NORDESTE
O potencial de negócios na exploração de petróleo e gás no Nordeste foi tema da palestra do diretor geral da ANP, Décio Oddone. Ele lembrou que o primeiro poço de petróleo perfurado no Brasil, em 1941, foi no município baiano de Candeias, mas que a exploração vem encolhendo na região nos últimos anos. O surgimento de outras áreas fronteiras de petróleo consideradas mais interessantes, inclusive o pré-sal, estimulou um desinteresse pelo Nordeste. 
“Uma das alternativas que encontramos foi criar o mecanismo de oferta permanente de áreas que foram devolvidas pela Petrobras à ANP, mas que poderão ser arrematadas por empresas menores. Antes era preciso realizar leilões para ofertar esses blocos, mas agora eles estarão disponíveis permanentemente”, destaca, dizendo que são 838 blocos disponíveis na região.

O sonho de encontrar petróleo em Pernambuco vem desde 2007, quando o consórcio Petrobras-Galp arrematou blocos da bacia Pernambuco-Paraíba, na 9ª rodada de petróleo da ANP. As empresas fizeram estudos ao longo dos últimos anos, mas vêm adiando a perfuração dos poços. O primeiro adiamento foi autorizado pela ANP em 2015, estendendo o prazo para 2017. No ano passado foi solicitada uma nova postergação e o prazo limite para perfuração ficou para 2020.


Reportagem: Jornal do Comercio 27/03/2018

domingo, 7 de janeiro de 2018

É IMPORTANTE COMEÇAR

Ficar sentado no sofá ou deitado na cama ao final do dia, remoendo os pensamentos sobre as coisas que ainda não realizou; seja no dia, na semana no mês, no ano ou durante o tempo que já viveu; não vai resolver ou adiantar nada.
É importante começar.

Dar o primeiro passo para a realização. Se expor na rua da vida. Fazer alguma coisa mais concreta e real.
Não adianta esperar a perfeição. Como já foi dito, melhor o real agora do que o perfeito nunca.
Tem que começar.
É importante começar da base, para começar bem e finalizar bem. É importante iniciar planejando o começo, meio e o fim; para que posteriormente, haja um novo reinício; porém agora, com a melhoria necessária.
Faz parte dessa atitude, aprender com os mais experientes, aprender com nossos erros e com os erros dos outros, para fazer melhor.
Nesse começar alguma coisa, um pouco de simplicidade deve sempre estar presente. Nesse momento é hora de exercitar a humildade, sem haver humilhação.                                                          Ter em mente, como já foi dito pelo sábio: que nada sabemos!             Por mais que aprendamos ou descubramos na vida, um novo universo se depara dentro do macro e do micro em nossa curta história.
Portanto, quando estiver começando, seja na indústria, na escola, na empresa, no escritório, atelier, ou em casa, tente este comportamento. Você só atrairá positividade com você.

Apesar de nossa vida cartesiana, onde tudo foi dividido para melhor entender; porém, faz-se necessário entender, que a parte não é o todo e a parte precisa conectar-se com o todo maior. Ou seja, aprender a ter uma visão macro do seu negócio, da tarefa que participa, da vida do companheiro, do meio em que estejamos inseridos; para que os resultados tenham melhor valia.

Todos os dias, a natureza nos transmite com muita paciência esta lição; em milhões de atitudes realizados pelas criaturas. Nada para!

Faz parte desse começo, no mundo do trabalho e do servir, ter senso de equipe, saber que existem não só clientes, mas pessoas que priorizam a ética e o respeito.                                                 

Por mais que muitas vezes imaginemos que a maioria não entenda esses conceitos, elas despertarão e agregarão valor as suas atitudes e ações nesse começar. E tudo isso se tornará mais duradouro.

Mas, é importante começar!
Um abraço!

terça-feira, 21 de novembro de 2017




OS TERMINAIS DO NORTE E NORDESTE 

Habitações flutuantes no lago Coari-AM

Nos anos 2008 a 2015 viajei por terminais, pelo Norte e Nordeste do Brasil e observei o quanto esta região estava crescendo, e o quanto ainda poderia crescer, com relação as empresas e indústrias.                   

Isso é muito importante para as pessoas que estão avaliando o mercado de trabalho atualmente, e para o futuro.                                                                                                            É importante, ter o mínimo conhecimento sobre as regiões do país quanto aos investimentos, para observar as oportunidades que possam surgir em diversas áreas.

São empresas que precisarão de energia, de transporte, combustível em grande quantidade; empresas que terão grande necessidade de pessoas, de mão de obra para realizar os trabalhos.                Principalmente mão de obra qualificada.

Nesse comentário, vou manter o foco nos Terminais, distribuidoras de derivados de petróleo, e na área de dutos; apesar do comentário alcançar um leque muito grande de empresas, que se agregam a esse ramo do trabalho, que é o ramo petroquímico.

O Nordeste já está mais estruturado, quanto a terminais, dutos, empresas fornecedoras e polos industriais médios. O Norte ainda permanece uma região muito carente nesse aspecto do desenvolvimento.                                                                                                                     
O Brasil, comparado a outros países, tem uma malha dutoviária ainda muito pequena. Informações da ANTT - Agencia Nacional de Transportes Terrestres, mostram que o modal dutoviário representa apenas 4% da matriz de transporte de cargas no Brasil, à frente apenas do segmento aeroviário. No topo os líderes são: rodoviário 61,1%, ferroviário 20,7% e aquaviário 13,6%. Ainda estamos seguindo o modelo da década de 1950, quando a perspectiva futura era rodoviária.

Pesquisas da USP- Universidade de São Paulo, indicam que a construção de dutos é oito vezes mais cara, comparadas com a construção de rodovias; entretanto, para longas distancias, os gastos se invertem e os dutos passam a ser mais viáveis a longo prazo. Além de retirar o transporte pesado das estradas, disponibilizando as estradas para os carros menores.
Terminal  de Coari-AM 

Em cálculos realizados pela Confederação Nacional dos Transportes-CNT, um bombeio diário recebido por uma companhia de GLP, é de 150 t/h ou 3.600 t/dia; recebendo em 23 estados do país, atendendo 35 milhões de consumidores.                                                      Para transportar a mesma quantidade pelas rodovias, teríamos um acréscimo de 144 caminhões a mais em circulação (congestionamentos, poluição e riscos). Além de diversas outras vantagens ocasionadas pelo sistema de dutos.
                                                                                                 

No Brasil, existem aproximadamente 400 dutos em operação, e a maioria utilizada para transporte de petróleo e derivados. Com a operação e produção normalizada do pré sal, imagina-se que essa malha deverá crescer na próxima década.                                                 
Conforme informações da ABEMI - Associação Brasileira de Engenharia Industrial o país está na 16ª posição no ranking mundial com 22 mil km em termos de dutos: União Europeia- 800 mil; outros países menos extensos: México-40 mil; Argentina-38 mil; e Austrália-32 mil. Ou seja, temos muito para crescer ainda. 

A região Norte ainda necessita de uma malha dutoviária mínima, para terminais de transferência e estocagem, necessita de pontos de distribuição de derivados líquidos e gás, que atenda a necessidade de crescimento de muitas cidades; que ainda sofrem e são paralisadas em seu crescimento devido a essa carência de energia mais barata.

Essa dificuldade apresenta-se mais acentuada, nos períodos da "vazante". É o período de verão, das secas; que geralmente vai de julho a outubro na maior parte, e obriga as grandes e médias embarcações reduzirem até 50% de sua carga em alguns rios, viajando com "praça morta" (tanques meio vazios) e causando enormes prejuízos anuais a todos. O período das cheias também dificulta, pois os rios podem mudar suas rotas e facilitar o encalhe de embarcações por diversos motivos. Os níveis da água, podem variar de 13 a 22 metros. O rio amazonas já chegou a 29 metros na cheia de 2012.

O estado do Pará, parece já ter melhor condição quanto a essa ampliação de terminais. Porém, apenas nos detendo no estado do Amazonas, existem regiões de maior carência.                                      Seguindo o leito do Rio amazonas e Solimões, o qual percorri por barco de Coari até Manaus, algumas cidades já poderiam comportar esses terminais: Itacoatiara (onde já existe um grande terminal privado desde 2013), Manacapuru, Codajás, Coari (um terminal da Petrobras), Urucu (polo de refino), Tefe, Codajás, Manacapuru, etc.

Na Província de Urucu, município de Coari no centro do Amazonas, já operamos a 31 anos de forma ambientalmente sustentável. Nesta região, são produzidos diariamente 40 mil barris de óleo, de ótima qualidade e 1.200 t de GLP (gás de cozinha). Mostrando ao mundo nossa capacidade e responsabilidade. Desde 2009 já operamos também, o gasoduto Urucu-Coari-Manaus com 663 km, transportando 5,5 milhões de metros cúbicos por dia de GNL.
                 
Por tudo isso, é visível a necessidade desses investimentos, e a crença de que podemos fazer melhor na região, logo que possível em futuro próximo. Enfatizo como primeira diretriz, a manutenção do cuidado com a fauna, flora e o meio ambiente; ainda muito delicado nesta região, conforme afirmam ecologistas e biólogos.

Quanto aos Terminais de estocagem de graneis líquidos e as distribuidoras, eles necessitam de empregados qualificados e especializados, ou que no mínimo tenham alguma base para qualificação na própria empresa; do contrário os investidores serão obrigados a trazer mão de obra externa, mesmo que seja temporária ou não viriam; e isso não é desejável atualmente.                                                                                                                                         
Balsas no lago Coari-AM
                                                                         


Apesar da constante multifunção dos empregados atuais, ainda se faz necessário, e existe a carência nas diversas áreas técnicas, administrativas e sociais; para os vários níveis de trabalho nessas empresas.

Sabemos que os diversas ramos do conhecimento e suas atividades, nunca se mantem sozinhas; se faz necessário sempre o apoio de outras áreas, para que se possa realizar a atividade fim.
Instrutores, Operadores, Técnicos, Profissionais de nível médio, Mecânicos, Tecnólogos, Engenheiros, Médicos, Biólogos, Assistentes sociais, Administradores, Químicos, Auxiliares diversos, etc.

Estas são algumas especialidades e funções disponíveis, para esse mercado que já recomeça os investimentos, ainda que lentamente, apesar das dificuldades de infraestrutura básica nessas regiões mais distantes das cidades. Principalmente agora, com esse mercado internacional se aproximando mais, com a retomada e retorno das operações de exploração do pré-sal, após os novos leilões de bacias petrolíferas no Sul-Sudeste.

Cabe aos candidatos as vagas desse mercado, continuarem suas buscas e preparação; tendo e mantendo iniciativas nessa procura, começando a realizar alguma coisa, praticar se possível os diversos estágios como forma de preparação.                                                                                                                       
Enfim, se capacitar para seu objetivo e ganhar a experiência mínima necessária, para alçar novos patamares no futuro promissor que se vislumbra hoje.

Abraço!

AM.