segunda-feira, 6 de julho de 2020
domingo, 17 de maio de 2020
INSENSIBILIDADE, CRUELDADE E DESAMOR
Atualmente, bilhões de seres microscópicos ainda submergem a procura do equilíbrio da vida e encontram nossa insensibilidade e ignorância.
"Não
matar é o mandamento!"
Porém,
nos amiudamos em não aprender sobre a dor alheia e nos acomodamos lavando
nossas mãos numa bacia de óleo pesado; sem ao menos tentar esclarecer ou mudar.
E sem que nossa curta visão perceba, milhares de saltos microscópicos invadem o ar, a água e o solo; a procura do habitat perdido. Situação que pode nos forçar a um rápido retorno as cavernas.
...
Bilhões
em desespero...Bilhões não os escutam...
A floresta amazônica ganha fogo em pouco tempo.
Bilhões
em desespero...Bilhões não os escutam...
O degelo
na Antártida mostra o solo em pouco tempo.
Os olhos
só percebem o óleo subterrâneo...
As
abelhas morrem em quantidades alarmantes...
Nossa
insensibilidade, a cada dia nos faz cruéis com animais e vegetais...
A camada
de ozônio se expande e nos expõe...
Essas
ondas já nos fazem solitários contumazes...
Essas
coisas nos transformam em nossa dor...
Nada acontece como forma de evitar o pânico em nome do capital e de uma minoria infante.
Precisamos conhecer nosso próximo! Precisamos agora de humanidade e de amor.
Paremos e aprendamos!
Já temos
o conhecimento para pesquisas no Sol.
Temos
nossas comunicações alcançando o “déja vu” em cada um.
Temos
muito conhecimento e tecnologia.
Temos a
biologia criando seres.
Temos
tanto nesse momento, e nos esvaziamos da vida.
Agora,
começamos a nos sentir aterrorizados por nosso egoísmo, insensibilidade, e disputa com
tudo a nossa volta.
...
Se temos desconhecimento sobre nossos companheiros, como poderemos atender ao mandamento do Cristo?
Se nos
desviarmos do sofrimento alheio, como reclamar da solidão ao nosso lado?
Não falo somente dos seres humanos.
...
Temos que nutrir o respeito e o amor por tudo a nossa volta.
Tudo está ligado.
Tudo está conosco nessa
jornada onde somos aparentemente mais conscientes; e portanto, com maior
responsabilidade.
Sabemos
que a semeadura é livre, porém obrigatória a colheita.
...
Fomos
criados para desempenho estelar, com números ainda não inimagináveis de
criaturas; porém nos engalfinhamos com matéria bruta de treinamento nessas curtas jornadas aqui na Terra.
Sejamos
responsáveis e voltemos com maior conhecimento para ensinar e aprender, sem a
necessidade de tanta dor e sofrimento alheio em todos os níveis da matéria.
Sejamos
humanos como já nos foi ensinado.
Sejamos
iluminados e unidos!
A.M.
quinta-feira, 26 de março de 2020
sexta-feira, 6 de março de 2020
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| Frente da Escola |
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| Capa do livro |
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| Parte dos alunos |
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Destacar as boas condições da escola: limpeza, iluminação, estacionamento interno, segurança, comodidade nas salas etc.
Também destacar a motivação dos jovens estudantes do período noturno. Afinal, para a maioria, trabalhar durante o dia e estudar a noite é atitude de valentes e heróis. Parabéns!
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| Vista da sala com alguns alunos e professores |
Durante a apresentação, falamos um pouco sobre minha trajetória profissional no mundo dos Terminais de derivados de petróleo e tiramos algumas dúvidas.
Ao final, mostramos nossos 5 livros técnicos publicados e fizemos algumas doações entre os participantes.
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| Alunos recebendo livros e o autor |
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| Alunos recebendo livros e o autor |
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| Coordenação da escola, autor e professoras |
sábado, 8 de fevereiro de 2020
"Eu vejo você!"
I SEE YOU
A frase do filme AVATAR ainda ecoa no meu ouvido, no meu coração, e no meu ser.
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Em meio ao concreto e correria diuturna das cidades, somente a maioria dos mais experientes alcançam a paciência forçada pelo tempo, trazendo um olhar de reconhecimento ao seu redor, em busca do necessário entendimento.
Inicialmente, o desejo de todos no alinhamento tecnológico que os deixam mudos, cegos, surdos e indiferentes até com seu próprio eu.
...
Seguem uma curiosidade insana, em busca de novidades sem ao menos vislumbrar o momento atual.
Em meio aos chamados e apelos midiáticos, alimentam a ansiosidade para que os vejam diariamente através da telinha de lítio, através de figuras que simbolizam palavras, ações, e vontades.
Estamos no reino dos caracteres e símbolos: emojins, gostei, não gostei, amém...
👍 👎 💓 😡 😂 🙏
Estamos nos tornando incapazes de um convite verbal e muito menos presencial, oferecendo nossa própria palavra e nossa presença para as pessoas.
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E seguimos isolados e distantes a cada dia.
Impossibilitados de dizer: Eu vejo você!
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Estamos sendo levados por ondas de informações, sem conseguir comunicação.
Todos estamos procurando nosso próprio minuto de fama e glória, para que seja visto, notado e tocado...
Em meio aos risos fáceis da telinha, resta a apatia, desânimo e desprezo; enquanto aguardamos novos repasses de novidades, incapazes de preencher o vazio deixado pela falta de amizades reais, duráveis e papáveis.
E seguimos antelados...
Incapacitados de dizer: Eu vejo você!
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Uma voz corajosa toca insistentemente a campainha de sua alma, aguardando a descarga de sua pequena bateria de lítio para que você desperte.
Nesse momento, em meio a apatia deixada pelos equipamentos eletrônicos, após as constantes superficialidades e falta de calor humano, surge a amizade.
Surge o som da voz... Surge o riso da face... Surge o aperto de mão... Ressurge a amizade, semelhante ao broto verde brilhante, após as primeiras chuvas de janeiro.
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No meio da praça concretada, o cimento começa a rachar e deixa surgir uma voz do passado: Eu vejo você!
No íntimo de nossa indiferença e apatia, a amizade é retomada em meio a nossa voz interior que torna a repetir: Eu vejo você!
No semblante daquele senhor quieto e triste em meio ao jardim, mais uma voz: Eu vejo você!
No desconhecido e necessitado que procura algo, uma voz se oferece como ajuda: Eu vejo você!
Eu vejo você!...
A.M.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Um novo ano trazendo um livro novo!
Ainda este mês, temos a previsão de publicação deste livro.


















